CURSO FORMAÇÃO DE PREÇO

1/21/2016

O antagonismo da prosperidade



  





Se existe um tema que sempre vem à tona, seja de forma explicita ou implícita, esse tema é a prosperidade. Uns pensam atingir esse ideal como tendo dinheiro no bolso, outros como o sucesso, outros como realização profissional. Enfim, de várias formas que, traduzindo esse ideal, fica fácil de identificar a prosperidade como o alvo a ser atingido. Fica claro, também, que a ideia de como atingir esse alvo é bem diferente entre os grupos de convivência. Vale ressaltar, ainda, que para uns, a prosperidade chega, mas para outros, infelizmente, ela não chega.

Como lidamos com milhares de empreendedores e seus colaboradores, pudemos fazer um levantamento sobre a prosperidade reunindo um conjunto de comportamentos pautados em uma filosofia de vida, o qual foi fundamentado no evangelho. Para conhecer melhor sobre esse comportamento próspero, veja o artigo Empresas Prósperas. Portanto, sobre os grupos prósperos, esse artigo acima citado, nos revela um caminho muito interessante.

Mas e quando a prosperidade não chega? É sobre isso que vamos nos ater nesse momento, pois existem comportamentos largamente utilizados que são antagônicos à prosperidade. Portanto, o propósito desse artigo é mostrar esse antagonismo. Afinal, as pessoas em sã consciência querem prosperar, mas o inconsciente lhe empurra para o “buraco”. Lembro que não se trata de uma pessoa específica, mas de um conjunto de pessoas as quais se identificam pela percepção das coisas. E isso é tão forte, que, juntas, chegam mesmo a predominar como cultura local.

Sendo assim, para você saber se o seu grupo é voltado para o “buraco” preste atenção nesses detalhes. 
- O grupo não reconhece e nem incentiva os talentos uns dos outros? 
- O que mais se destaca no grupo é uma pessoa que você considera igual a você em termos de capacidades intelectuais, técnicas, artística etc e, portanto, você será a próxima a se destacar? 
- O grupo rejeita talentos superiores? 
- Os talentos superiores só podem ser admitidos se forem de fora? 
- O grupo se ressente ou se sente agredido com o talento de alguém mais capacitado? 
- O grupo não tem espontaneidade para admirar um feito sublime? 
- O grupo para se sentir superior, prefere bajular uma pessoa comum? 
- O grupo acha que se admitir algum talento, estará admitindo sua incompetência? 
- O grupo tem raiva de pessoas que se destacam no seu entorno? 
- O grupo se sente inferiorizado diante de um talento espontâneo? 
- O grupo tenta desacreditar ou ignorar algum feito sublime de uma pessoa próxima? 
- O grupo tem raiva do sucesso de outros e se pergunta por qual motivo não acontece com o grupo dele?

Agora, para afinar a técnica de percepção do caminho para o “buraco”, após avaliar o seu grupo, avalie-se sozinho! Pois, somente dessa forma você estará criando condições de prosperidade. Afinal, qualquer pessoa que “prospera sozinha”, não prosperou, apenas barrou, em si, o fluxo da prosperidade que deveria chegar a todos.

Considere, ainda, que sendo esse comportamento predominante no grupo, ele é capaz de se multiplicar devido à falta de sensibilidade. Acontecendo essa multiplicação, teremos, então, uma cultura predominante numa região.

Agora responda, por qual motivo algumas regiões são tão prósperas e outras vivem no “buraco” se disfarçando de prósperas?

Vejo essa percepção do antagonismo com a prosperidade algo tão importante, que se torna estratégico para o desenvolvimento local, regional etc. Contudo, estratégia só se faz com inteligência. E a inteligência deve ser capaz de reconhecer suas fraquezas e trabalhar com variáveis sábias além da abnegação pessoal.

Sucesso, prosperidade para você!

 Copyright©Mhauro Garcia

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