Se
existe um tema que sempre vem à tona, seja de forma explicita ou implícita,
esse tema é a prosperidade. Uns pensam atingir esse ideal como tendo dinheiro
no bolso, outros como o sucesso, outros como realização profissional. Enfim, de
várias formas que, traduzindo esse ideal, fica fácil de identificar a prosperidade
como o alvo a ser atingido. Fica claro, também, que a ideia de como atingir
esse alvo é bem diferente entre os grupos de convivência. Vale ressaltar,
ainda, que para uns, a prosperidade chega, mas para outros, infelizmente, ela
não chega.
Como
lidamos com milhares de empreendedores e seus colaboradores, pudemos fazer um levantamento
sobre a prosperidade reunindo um conjunto de comportamentos pautados em uma
filosofia de vida, o qual foi fundamentado no evangelho. Para conhecer melhor
sobre esse comportamento próspero, veja o artigo Empresas Prósperas. Portanto,
sobre os grupos prósperos, esse artigo acima citado, nos revela um caminho
muito interessante.
Mas
e quando a prosperidade não chega? É sobre isso que vamos nos ater nesse
momento, pois existem comportamentos largamente utilizados que são antagônicos
à prosperidade. Portanto, o propósito desse artigo é mostrar esse antagonismo.
Afinal, as pessoas em sã consciência querem prosperar, mas o inconsciente lhe
empurra para o “buraco”. Lembro que não se trata de uma pessoa específica, mas
de um conjunto de pessoas as quais se identificam pela percepção das coisas. E
isso é tão forte, que, juntas, chegam mesmo a predominar como cultura local.
Sendo
assim, para você saber se o seu grupo é voltado para o “buraco” preste atenção
nesses detalhes.
- O grupo não reconhece e nem incentiva os talentos uns dos outros?
- O que mais se destaca no grupo é uma pessoa que você considera igual a você em termos de capacidades intelectuais, técnicas, artística etc e, portanto, você será a próxima a se destacar?
- O grupo rejeita talentos superiores?
- Os talentos superiores só podem ser admitidos se forem de fora?
- O grupo se ressente ou se sente agredido com o talento de alguém mais capacitado?
- O grupo não tem espontaneidade para admirar um feito sublime?
- O grupo para se sentir superior, prefere bajular uma pessoa comum?
- O grupo acha que se admitir algum talento, estará admitindo sua incompetência?
- O grupo tem raiva de pessoas que se destacam no seu entorno?
- O grupo se sente inferiorizado diante de um talento espontâneo?
- O grupo tenta desacreditar ou ignorar algum feito sublime de uma pessoa próxima?
- O grupo tem raiva do sucesso de outros e se pergunta por qual motivo não acontece com o grupo dele?
- O grupo não reconhece e nem incentiva os talentos uns dos outros?
- O que mais se destaca no grupo é uma pessoa que você considera igual a você em termos de capacidades intelectuais, técnicas, artística etc e, portanto, você será a próxima a se destacar?
- O grupo rejeita talentos superiores?
- Os talentos superiores só podem ser admitidos se forem de fora?
- O grupo se ressente ou se sente agredido com o talento de alguém mais capacitado?
- O grupo não tem espontaneidade para admirar um feito sublime?
- O grupo para se sentir superior, prefere bajular uma pessoa comum?
- O grupo acha que se admitir algum talento, estará admitindo sua incompetência?
- O grupo tem raiva de pessoas que se destacam no seu entorno?
- O grupo se sente inferiorizado diante de um talento espontâneo?
- O grupo tenta desacreditar ou ignorar algum feito sublime de uma pessoa próxima?
- O grupo tem raiva do sucesso de outros e se pergunta por qual motivo não acontece com o grupo dele?
Agora,
para afinar a técnica de percepção do caminho para o “buraco”, após avaliar o
seu grupo, avalie-se sozinho! Pois, somente dessa forma você estará criando
condições de prosperidade. Afinal, qualquer pessoa que “prospera sozinha”, não
prosperou, apenas barrou, em si, o fluxo da prosperidade que deveria chegar a
todos.
Considere,
ainda, que sendo esse comportamento predominante no grupo, ele é capaz de se
multiplicar devido à falta de sensibilidade. Acontecendo essa multiplicação,
teremos, então, uma cultura predominante numa região.
Agora
responda, por qual motivo algumas regiões são tão prósperas e outras vivem no “buraco”
se disfarçando de prósperas?
Vejo
essa percepção do antagonismo com a prosperidade algo tão importante, que se
torna estratégico para o desenvolvimento local, regional etc. Contudo,
estratégia só se faz com inteligência. E a inteligência deve ser capaz de
reconhecer suas fraquezas e trabalhar com variáveis sábias além da abnegação
pessoal.
Sucesso,
prosperidade para você!
Copyright©Mhauro Garcia

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